Na noite de 9 de outubro, o Museu Castelo do Café, localizado em Córrego Coqueiro Rural, foi palco de uma visita guiada inesquecível, como parte da 13ª edição da Noite Mineira de Museus e Bibliotecas — evento que, neste ano, homenageia a escritora Adélia Prado. Com entrada gratuita e uma atmosfera mágica, o público mergulhou em uma jornada cultural e histórica que encantou a todos.



Um castelo medieval no coração de Minas
David Charbel, um dos proprietários do Castelo do Café, conduziu os visitantes por cada espaço da impressionante estrutura, revelando detalhes da construção e a inspiração por trás do projeto. Idealizado por seus pais, Rosely Perígolo e Charbel Felipe, o castelo foi erguido para abrigar os negócios da família, com foco na valorização da cultura cafeeira. A arquitetura remete às fortalezas europeias, com torres, escadas em espiral e paredes ornamentadas que transportam os visitantes para um universo medieval.
Nos fins de semana e feriados, o local se transforma em um verdadeiro conto de fadas: funcionários vestidos de príncipes e princesas recebem o público com simpatia e teatralidade.



O quarto da princesa e o dragão guardião
Um dos espaços mais encantadores para as crianças é o quarto da princesa, localizado na torre do castelo. Segundo a lenda local, um dragão vive no topo e protege toda a região, despertando a imaginação dos pequenos e tornando a visita ainda mais especial.



Cultura e café: uma combinação que dá gosto
Além da estética medieval, o Castelo do Café é um centro de torrefação e venda de cafés especiais, mantendo viva a tradição mineira e promovendo o turismo cultural. A visita guiada proporcionou aos participantes uma imersão na história da família e na importância do café para a região.



Autoridades destacam a relevância do evento
O Secretário Municipal de Cultura e Turismo, Willen Rike Camargos Soares, esteve presente e ressaltou a importância da Noite Mineira de Museus e Bibliotecas, que chega à sua 13ª edição com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e valorizar patrimônios locais. “Homenagear Adélia Prado neste contexto é reconhecer a força da literatura mineira e sua conexão com espaços como o Castelo do Café”, afirmou.



Também marcaram presença o gerente de Cultura, Daniel Clemente, e a professora de oficinas da secretaria, Cláudia Gonçalves, que contribuíram para enriquecer o diálogo sobre educação, memória e identidade cultural.



Depoimentos emocionados dos visitantes
Visitantes de diversas cidades da região expressaram encantamento com a experiência. Em entrevistas, muitos destacaram a “emocionante viagem pelo Castelo do Café e sua história de progresso”, ressaltando o cuidado com os detalhes, a receptividade e o valor cultural do espaço. “É como entrar em outro mundo, onde o café conta sua própria história através da arquitetura e da tradição”, comentou um dos visitantes.














































































































